29 fevereiro 2008

Compra de casa

Para quem anda à procura de casa, nova ou usada, aqui fica um site bastante interessante, com dicas e sugestões sobre os pequenos grandes pormenores que por vezes nos escapam:

http://www.portaldahabitacao.pt/pt/portal/habitacao/condominios/guiahabitacao.html

07 dezembro 2007

Novo Cartão do Cidadão

Nunca é demais estarmos informados!

Vídeo de apresentação do novo cartão de cidadão:

http://www.cartaodecidadao.pt/cartao_2007.html

22 outubro 2007

Travar para Pensar

Um email que recebi e que serve de reflexão:

"Há uns meses, optei por ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio. Comprado o bilhete, dei comigo num comboio que só se diferenciava dos nossos Alfa por ser menos luxuoso e dotado de menos serviços de apoio aos passageiros.

A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder de vista, demorou cerca de cinco horas.

Não fora ser crítico do projecto TGV e conhecer a realidade económica e social desses países, daria comigo a pensar que os nórdicos, emblemas únicos dos superavites orçamentais, seriam mesmo uns tontos. Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes recursos resultantes da substantiva criação de riqueza.

A resposta está na excelência das suas escolas, na qualidade do seu Ensino Superior, nos seus museus e escolas de arte, nas creches e jardins-de-infância em cada esquina, nas políticas pró-activas de apoio à terceira idade. Percebe-se bem porque não construíram estádios de futebol desnecessários, porque não constroem aeroportos em cima de pântanos nem optam por ter comboios supersónicos que só agradam a meia dúzia de multinacionais.

O TGV é um transporte adaptado a países de dimensão continental, extensos, onde o comboio rápido é, numa perspectiva de tempo de viagem/custo por passageiro, competitivo com o transporte aéreo. É por isso, para além da já referida pressão de certos grupos que fornecem essas tecnologias, que existe TGV em França ou Espanha (com pequenas extensões a países vizinhos). É por razões de sensatez que não o encontramos na Noruega, na Suécia, na Holanda e em muitos outros países ricos. Tirar 20 ou 30 minutos ao Lisboa-Porto à custa de um investimento de cerca de 7,5 mil milhões de euros não terá qualquer repercussão na economia do País.

Para além de que, dado hoje ser um projecto praticamente não financiado pela União Europeia, ser um presente envenenado para várias gerações de portugueses que, com mais ou menos engenharia financeira, o vão ter de pagar.

Com 7,5 mil milhões de euros podem construir-se mil escolas Básicas e Secundárias de primeiríssimo mundo que substituam as mais de cinco mil obsoletas e sub dimensionadas (a 2,5 milhões de euros cada uma), mais mil creches inexistentes (a 1 milhão de euros cada uma), mais mil centros de dia para os nossos idosos (a 1 milhão de euros cada um). Ainda sobrariam cerca de 3,5 mil milhões de euros para aplicar em muitas outras carências, como a urgente reabilitação de toda a degradada rede viária secundária.

CABE ao Governo REFLECTIR. (Qual Governo? Este? O autista?)

CABE à Oposição CONTRAPOR. (Ou não existe, ou é como uma ilha cercada de uma maioria absoluta de uma súcia lambe botas por todos os lados)

CABE AOS CIDADÃOS MANIFESTAREM-SE. (Basta consciencializarem-se e ter atitude diferente de um rebanho)

CABE À TUA CONSCIÊNCIA REENCAMINHAR OU DEIXAR FICAR."

18 julho 2006

PT - Para refletir

DE VEZ em quando surgem do meio empresarial notícias extraordinárias que nos ajudam a compor melhor o retrato do país e a compreender alguns dos seus bloqueios, mas que muitas vezes não saem dos suplementos económicos e dos jornais da especialidade. Notícias como esta: mal chegou a presidente da Portugal Telecom, Henrique Granadeiro extinguiu 60 lugares de administração em várias empresas do grupo. Esses cargos não eram fictícios. Estavam ocupados e os seus titulares recebiam, como é de regra, remunerações muito generosas com as mordomias correspondentes. Aliás, a decisão seguinte de Granadeiro tem precisamente a ver com salários e mordomias, pois congelou os vencimentos, decerto por considerá-los excessivos, a oitocentos quadros do grupo.

Lê-se e custa a crer que uma empresa, ou um conjunto de empresas, possa continuar a funcionar com toda a normalidade quando perde, de um momento para o outro, nada mais nada menos do que 60 administradores, sendo eles 180 no total. Mas não há sinais exteriores de que a sua saída tenha provocado qualquer drama, nem sequer a menor perturbação na Portugal Telecom. Do mesmo modo que não existe conhecimento de uma fuga em massa dos quadros atingidos pelo congelamento de salários, com certeza porque não consideram a decisão tão injusta que justifique a sua revolta e o eventual abandono de funções.

Ora, se uma empresa pode viver normalmente sem 60 dos seus administradores, a pergunta que se impõe é só uma: o que estavam eles lá a fazer? Isto para não se ir mais atrás nas explicações: porque foram eles nomeados e em que circunstâncias empresariais e políticas, ou porque se mantiveram nos cargos se deixaram de desempenhar funções de administração? Mistérios que podem ter mil explicações, mas todas elas alheias a critérios de racionalidade na gestão dos recursos humanos. E o mais provável é que a explicação seja simples e de natureza política. Porque se há uma área em que o bloco central nunca deixou de funcionar é na distribuição e partilha de lugares de topo nas empresas públicas ou naqueles onde o Estado ainda tem algum poder.

Outra notícia extraordinária vem de uma área contígua à da PT e por sinal pertencente, no passado não muito distante, ao mesmo universo: os correios. Para que os CTT possam enfrentar a liberalização total do sector, prevista para 2009, a administração de Luís Nazaré denunciou recentemente o acordo de empresa, um documento com 25 anos e cláusulas com direitos e subsídios que têm tanto de intrigante como de insólito. Por exemplo, o «subsídio de compensação por redução de horário», uma compensação devida ao facto de, em vez de iniciarem o dia às seis da manhã, os trabalhadores poderem começar a trabalhar às... oito. Ou o «subsídio de distribuição de correio», mais o «subsídio de divisão e distribuição de correio» que se somam aos ordenados... dos carteiros. Ou o «subsídio de condução» atribuído aos trabalhadores que, pela própria natureza das suas funções, utilizam carros da empresa...

Cada um destes subsídios tem a sua história, mas quase todos se destinaram a comprar a paz social em épocas de grande conflitualidade. Hoje são «direitos adquiridos», por mais insólitos que se nos afigurem. Tão insólitos como os 60 administradores sem trabalho que Granadeiro dispensou na PT. Os dois casos são notícias de um bloqueio que custa a romper. E ajudam a compreender porque é que Portugal já está atrás da Eslovénia.

Fernando Madrinha, Expresso 20-5-2006

01 maio 2006

Ajuda de Berço

O site que se segue, é um site que vive da publicidade que faz e são as empresas que o patrocinam que ajudam esta associação. Só temos que mostrar que visitámos o site em questão.
Demora menos de um segundo a ir ao site:

http://www.jazzcidadania.org

Para nós pode ser insignificante mas para muitas pessoas, um click nosso representa muita coisa. E como se costuma dizer, ajudar não custa nada. E este tipo de ajuda, não custa mesmo nada, custa apenas o tempo que "perdemos" a aceder a esta pagina e a clickar no link.

Se eu conseguir mostrar este site a 10 pessoas e essas 10 pessoas o mostrarem a outras 10... já seremos 100. É uma pequena ajuda, mas é uma ajuda necessária para muitos.

Mais uma vez, Portugal no topo

Recebi no meu mail, o seguinte link:

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=672829&div_id=1730

Esta noticia tem como titulo "Portugal é o unico país europeu onde o preço da ADSL vai crescer de 2004 a 2006".

Que estranho... Um preço a subir em Portugal? Nunca imaginei. Que somos o pior na Europa em alguma coisa? Nunca imaginei.
É verdade, nada disto é estranho. Estranho será quando estivermos no topo mas por algum motivo bom. Algo que não inclua aumentos, mortes e outras coisas mais. De preferência algo como a menor taxa de desemprego, a menos discrepância social entre classes, a cidade menos poluida, todo este tipo de coisas boas que parecem impossiveis de alcansar nos proximos... muitos anos!!

14 abril 2006

Fica bem, eu convido

O meu irmão convida-me várias vezes para lá ir a casa dele. Outras tantas, o meu pai diz que eu só lá vou atrapalhar.
Quando me diz isso, eu respondo:
"Azar o dele. Se me convidou só para parecer bem, lixei-o ao aceitar, que não tivesse convidado. Se me convidou por prazer, porque me quer lá, então fiz bem em aceitar e ele vai ficar contente por eu lá ir."

Pois é, hoje aconteceu algo parecido com o meu pai. Convidaram-no para uma coisa e ele aceitou! Parece que o convite quando foi feito... foi feito porque ficava bem. Porque indirectamente essa pessoa "queimou-se" e meteu os pés p'las mãos!

Por isso, aqui fica o meu recado, não sejamos hipócritas. Se realmente queremos fazer um convite, entao façamos. Se for só fazer por fazer, porque fica bem... Então preparem-se para que a outra pessoa aceite o convite, mesmo que voces não o queiram!

A meu ver, os convites devem ser sempre aceites, por 2 motivos:
1º Se somos convidados por gosto, é uma desfeita nao aceitar, visto que quem fez o convite faz gosto em o aceitarmos;
2º Se somos convidados só por convidar, porque fica bem... Devemos aceitar para que a outra pessoa não volte a repetir um convite só por convidar, para ficar bem aos olhos dos outros!

Hei, mas isto sou só eu, que não sou muito de aparências...

Os politicos e as faltas

Cada vez mais me mentalizo que ser politico é bom, mesmo não gostando deles...

Esta 5ª feira, o Estado deu tolerância a todos os funcionários públicos. Ora, os políticos estão englobados na tolerância. Mas político que é político, ou trabalha um dia inteiro ou simplesmente não trabalha!! E acho muito bem, porque isto de governar um país tem muito que se lhe diga, não se compadece com o não trabalhar 8h/dia.

Esses "políticos" que trabalharam na manhã de 5ª feira, deviam ser todos fuzilados, onde é que já se viu, trabalhar só de manhã...

Os outros não, os outros são muito mais valorosos!! Além de não trabalharem na manhã de 5ª feira, e para marcar posição e servirem de exemplos aos outros "políticos", que dezigno de políticos de 5ª feira de manhã, assinaram o livro de ponto depois do almoço (na 4ª feira anterior) e algum tempo depois, lá vão eles de férias que vai haver muito trânsito nas estradas... E mais uma vez reforço a ideia, deram o exemplos aos de 5ª feira de manhã que só trabalhar 4h/dia denegride a imagem do profissional da política!

Vistas bem as coisas, quem é que foi o raio do iluminado que se lembrou de fazer votações, nas vesperas de um dia com tolerância à tarde??
Assim todos nós ficámos a saber que para haver quórum nas votações do parlamento são nessessários 116 deputados e que por acaso, sim, só mesmo por um acaso muito grande chamado Pascoa e que é precedida de um feriado que por sua vez é precedido de uma tolerância, naquela tarde de 4ª feira, dia 12 de Abril de 2006, só havia 111 deputados no hemiciclo e que por isso mesmo não havia quórum para as votações se realizarem...

Já agora, se não havia quórum para as votações, será que havia quórum para o hemiciclo estar a funcionar? Haverá algum número mínimo de politicos presentes na assembleia para esta ser aberta para funcionar? Será que quem abre as portas do parlamento, conta as cabeças antes de inserir a chave na fechadura?
São umas pequenas perguntas que me saltaram agora para o "papel"...

Para todos, incluindo políticos de 5ª feira de manhã e os defensores da politica somente a 8h/dia, uma Santa Páscoa.

13 abril 2006

One to many...

"Um(a) a mais..."

Um sonho...
Uma ilusão...
Uma aposta...
Um adiamento...
Um crédito...
Uma certeza...

Será que as pessoas sabem quando parar? Ou será que é sempre da proxima vez que o "um(a)" vai ser dessa vez?
Acredito que para algumas coisas seja dificil de ceder ao desejo e à tentação do "é desta vez" e que por causa disso depois se venha a dizer, como diriam os inglese, "One to many".
- "Um(a) a mais"..., se ele soubesse ter parado quando era tempo e não tivesse tentado mais uma vez, se não se tivesse deixado "eludir" mais uma vez, nada disto teria acontecido e ele não estaria assim...

É assim que muitas historias acabam... Cabe a cada um de nós saber quando é que chegou o ponto de dizer "one to many".